Entenda os modos de segurança Wi-Fi

Os roteadores atuais trazem diferentes opções de segurança: WPA2-PSK (TKIP), WPA2-PSK (AES) e WPA2-PSK (TKIP/AES).

Escolha a opção errada, e você vai ter uma conexão mais lenta e menos segura. A última opção — usar TKIP e AES juntos — acaba sendo o padrão na maioria dos roteadores, porque parece que juntar todas as regras torna a rede mais segura. Esta é uma má escolha mas, para entender as opções, você precisa entender um pouco dos padrões de criptografia em redes sem fio.

AES ou TKIP

TKIP e AES são dois tipos diferentes de criptografia que podem ser usados em uma rede Wi-Fi. TKIP é uma sigla em inglês (Temporal Key Integrity Protocol), e foi um protocolo de criptografia introduzido com a chegada do WPA, para substituir o protocolo WEP, que já havia se tornado muito inseguro.

O TKIP é até bem similar ao WEP, por isto já é considerado ultrapassado e sem segurança adequada. Em outras palavras: evite usar TKIP em sua rede sem fio.

AES significa “Advanced Encryption Standard”, um protocolo mais seguro introduzido com a chegada do padrão WPA2, que substituiu o WPA. O AES não é apenas mais um padrão desenvolvido especificamente para redes Wi-Fi; é um padrão mundial de criptografia adotado até pelo governo dos Estados Unidos.

O código “PSK” em ambos os nomes quer dizer “pre-shared key”, ou seja, sua senha criptografada.

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Dicas para melhorar a potência e a largura de banda do seu roteador Wi-fi

Nós podemos otimizar a velocidade de nossa conexão Wifi ou Wireless para atingir velocidades máximas de 100Mbps até 450Mbps, segundo o fabricante de certos roteadores Wi-fi.

Eu pessoalmente nunca consegui passar dos 100 Mbps indoor, digo isto de forma estável sem quedas ou oscilações, mesmo assim fiquei muito satisfeito com este resultado, pois as redes wireless ainda são  muito instáveis sofrendo muitas interferências.

Geralmente os roteadores possuem uma Largura de Banda configurável chamada de Bandwidth ou Channel Width.
Esta largura do canal do roteador, ou a Channel Bandwidth como também é conhecida por muitos de nós, pode ser configurável com 20 MHz ou 40 MHz em sua rede sem fios. Mas tome muito cuidado nessa hora pois seu wireless após certas configurações pode sumir – explico mais adiante!
Você precisará de uma dose de paciência para verificar qual é o melhor canal do roteador Wi-Fi!
Esta configuração dependerá de algumas especificações e dos dispositivos que conectarão ao roteador, podendo ajudar a melhorar muito o desempenho e a velocidade do Wi-Fi, seja ele um Wi-Fi Indoor, Wi-Fi Residencial ou Wi-Fi Outdoor – cada caso é único!
Se você não consegue de jeito nenhum velocidades máximas no seu roteador 802.11n ou 802.11g, digo: entre 54Mbps e 100Mbps continue lendo até o final.

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Escolhendo o melhor canal Wi-Fi

O Wi-Fi é uma tecnologia de rede sem fio que usa uma parte da banda de frequência, para limitar as interferências de outros dispositivos. Esta tecnologia é amplamente utilizada em todo o mundo, tanto para conexões domésticas quanto em cafés, shoppings e outros locais públicos.

Canais e frequências do Wi-Fi

Veja a lista dos canais (e frequências associadas) da banda ISM (2,4 GHz) autorizados para Wi-Fi:

Por que escolher um canal Wi-Fi

Para poderem se comunicar, todas os computadores de uma rede Wi-Fi devem usar o mesmo canal. Nas redes Wi-Fi em modo de infraestrutura (usando um ponto de acesso), este depende do canal definido no ponto de acesso. Ora, a maioria das pessoas deixam o canal padrão, o que significa que várias redes sem fio usam o mesmo canal e compartilham a boa conexão.

Para obter a melhor qualidade possível, usando o Wi-Fi, é preciso ajustar corretamente o canal usado no ponto de acesso, assim como configurado nos computadores clientes, para usar o canal menos utilizado no seu bairro. Para isso, você pode usar softwares como o NetStumbler, que enumera as redes sem fio da vizinhança e os canais utilizados. Note os canais mais utilizados, para escolher aquele mais livre possível. Outro software usado para isso é o inSSIDer for Home:

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Criando Redes Locais Virtuais (VLANs) no Linux

Sabe o que é uma LAN?

Configuração do Switch

O primeiro passo é configurar adequadamente o switch. Isto irá depender do equipamento que se possui, já que não existe uma padronização de configuração. O exemplo de configuração apresentado aqui será genérico, de forma que possa ser traduzido em configurações específicas de um determinado fabricante. Lembre-se de consultar o manual do equipamento em caso de dúvida. Observe na Figura  que é necessário apenas um switch capaz de gerenciar VLANs. Os outros equipamentos podem ser comuns e encarados como links de acesso

Vlans_Linux

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Sabe o que é uma LAN?

VlanUma rede local virtual, normalmente denominada de VLAN, é uma rede logicamente independente. Várias VLANs podem co-existir em um mesmo comutador (switch), de forma a dividir uma rede local (física) em mais de uma rede (virtual), criando domínios de broadcast separados. Uma VLAN também torna possível colocar em um mesmo domínio de broadcast, hosts com localizações físicas distintas e ligados a switches diferentes. Um outro propósito de uma rede virtual é restringir acesso a recursos de rede sem considerar a topologia da rede, porém este método é questionável e improvável.

Redes virtuais operam na camada 2 do modelo OSI. No entanto, uma VLAN geralmente é configurada para mapear diretamente uma rede ou sub-rede IP, o que dá a impressão que a camada 3 está envolvida.[1]

Enlaces switch-a-switch e switch-a-roteador são chamados de troncos. Um roteador ou switch de camada 3 serve como o backbone entre o tráfego que passa através de VLANs diferentes.

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